Página do Microcrédito

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Microcrédito ganha novas possibilidades e serviços no mercado

Posted by Página do Microcrédito em 31 outubro, 2012

Por Mayara Bacelar

Falar em inclusão financeira sem citar o microcrédito pode soar como incoerência. E foi justamente sobre essa categoria de crédito, que alcança principalmente empreendedores informais e de baixa renda, que o IV Fórum Banco Central sobre Inclusão Financeira concentrou seus trabalhos na tarde de terça-feira. Durante o painel, o termo microcrédito apareceu como obsoleto, em um Brasil onde ter acesso a recursos financeiros não é suficiente, mas também aprender a lidar com ele. Nesse contexto, a palavra microfinanças começa a definir as necessidades do segmento, englobando serviços e oportunidades agrupados para auxiliar os tomadores no uso do crédito.

“Muitos países falam que promovem a microfinança, quando na verdade atuam somente com o microcrédito”, adverte o executivo da diretoria de promoção das micro e pequenas empresas do Banco de Desenvolvimento da América Latina, Alejandro Soriano. De acordo com ele, apesar de o microcrédito gerar renda e possibilitar o desenvolvimento produtivo, o público a quem é destinado precisa ter acesso a um rol mais amplo de serviços. Entre eles, figuram o microsseguro, poupança, bancos móveis e outras questões que fomentem um desenvolvimento completo da atividade do tomador do microcrédito.

O gerente da unidade de acesso a serviços financeiros do Sebrae nacional, Paulo Alvim, afirma que a entidade está preocupada com a gestão e recursos tomados em um processo que compreende o microcrédito orientado produtivo. Alvim aponta que é preciso discutir mais do que a concessão de crédito, mas falar em concorrência e no processo pré e pós-crédito e em um arranjo institucional que cubra também a gestão e consultoria, a exemplo do que o próprio Sebrae desempenha junto às micro e pequenas empresas.

Somente no Programa Gaúcho de Microcrédito, lançado em julho do ano passado, há uma carteira ativa de R$ 107 milhões. O secretário estadual da Economia Solidária e Apoio à Micro e Pequena Empresa, Maurício Dziedricki, lembra que a inadimplência no programa é baixa, alcançando 0,34% das operações. Além disso, no Rio Grande do Sul têm sido vistos casos bastante particulares, onde diversos tomadores se unem para fomentar um grupo ou segmento de atividade.

Fonte: http://jcrs.uol.com.br

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