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Pontos da nova gestão acertados no fim de semana

Posted by Página do Microcrédito em 13 junho, 2011

Dar projeção nacional ao microcrédito, alinhado à política do governo federal. Essa atuação deve ser uma das principais funções na gestão de Jurandir Santiago à frente do BNB. A recomendação é do ex-presidente da instituição Roberto Smith. Os dois devem se encontrar ainda neste fim de semana para uma conversa de transmissão, segundo Smith. “Para o colocar a par das grandes linhas do banco”, explicou.

O microcrédito no BNB financiou, tanto nos programas urbano (Crediamigo) e rural (Agroamigo), R$ 10,2 bilhões, de 2003 a abril deste ano. No primeiro ano, deste período, liberou R$ 400 milhões. Em 2010, R$ 2,7 bilhões, crescimento de 575%. Agora, esta linha deve ganhar projeção nacional. “Essa expansão faz parte da política da presidente Dilma Rousseff”, diz Roberto Smith. Somente o Crediamigo, financiou R$ 8,2 bilhões de 2003 a abril de 2011. O Agroamigo liberou, de 2005 a abril de 2011, R$ 1.924,3 mi.

Indicação

De acordo com ele, a indicação de Jurandir Santiago é “muito boa”. “É uma pessoa que eu já conhecia. Já foi da Caixa (Econômica Federal) e vai ser muito importante para o BNB”. Na conversa, Smith vai colocar para seu sucessor os rumos para o BNB continuar crescendo.

No comando da instituição durante oito anos e quatro meses, ele aponta como principais pontos para a próxima gestão a melhoria na eficiência do atendimento, os princípios de governança, detalhamento do microcrédito. “Os principais desafios serão continuar crescendo, buscar mais apoio do governo federal, aumentar recursos de longo prazo e capitalizar o banco”, afirmou o executivo. Os números globais do BNB, em março deste ano, indicam patrimônio líquido de R$ 2,2 bi. As operações de crédito somam R$ 39,690 bi, sendo R$ 10,5 bi do banco e R$ 29,1 bi do FNE.

Destaque

O ex-presidente do BNB destacou, da sua gestão, o tratamento dado à cultura. “Apoiamos e vinculamos a cultura ao desenvolvimento”, disse. Ontem, Smith desocupava as gavetas, em sua saída da instituição. Declarou que ainda não tem planos profissionais, apenas descansar. “Ainda vou decidir”, afirmou. “Dar aulas é uma possibilidade”. Ele precisa cumprir a quarentena, período de quatro meses em que não poderá assumir funções no setor privado.

CAROL DE CASTRO
REPÓRTER

Fonte: http://diariodonordeste.globo.com

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